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América do Sul

Argentina

Tango e parrilla em Buenos Aires, vinhos em Mendoza, neve em Bariloche e geleiras na Patagônia, tudo pertinho do Brasil.

Melhor épocaDepende da região. Em Buenos Aires, os meses mais gostosos são abril, maio, outubro e novembro, com temperaturas amenas; o verão é quente e, de julho a setembro, o casaco acompanha o dia todo. Mendoza tem clima seco o ano inteiro: o outono e o começo da primavera são os períodos mais agradáveis, dezembro e janeiro podem ser muito quentes e, entre o fim de fevereiro e março, os parreirais ainda estão carregados. No inverno os vinhedos ficam sem folhas e faz bastante frio. Na Patagônia, a neve e a temporada de esqui vão de junho a setembro, com temperaturas negativas; de outubro a abril os dias são longos, o frio dá uma trégua e todos os passeios de natureza funcionam, incluindo a visita aos pinguins em Ushuaia. Em Salta, as meias-estações são a melhor pedida, porque janeiro e fevereiro concentram calor e chuva.
Quanto tempo ficarPara Buenos Aires sozinha, quatro ou cinco dias resolvem bem. Para combinar a capital com mais um destino (Mendoza, Bariloche ou a Patagônia austral), pense em oito a dez dias, já que as distâncias internas são grandes e pedem voo.
Como chegarA principal porta de entrada é Buenos Aires, que tem dois aeroportos: Ezeiza, o internacional, a cerca de 30 km do centro, e o Aeroparque, bem mais perto, ao lado de Palermo. Saindo de Belo Horizonte, o mais comum é fazer uma conexão no caminho. Também existem voos do Brasil direto para Mendoza, Bariloche e outras cidades argentinas, alguns só em determinadas épocas do ano. Dentro do país, o avião é o jeito prático de se deslocar: a partir de Buenos Aires são cerca de uma hora e meia até Mendoza, pouco mais de duas horas até Bariloche ou Salta e mais de três horas até El Calafate e Ushuaia.

Por que ir

A Argentina é daquelas viagens que cabem em qualquer plano. Dá para passar um feriado prolongado em Buenos Aires, entre cafés, livrarias, shows de tango e boas carnes, ou montar um roteiro mais longo que desce até a Patagônia e termina em Ushuaia, a cidade mais ao sul do país.

O país é grande e muda muito de uma região para outra. Mendoza, aos pés dos Andes, vive do vinho. Bariloche tem lagos azuis, chocolate e estações de esqui. El Calafate é a porta de entrada para a geleira Perito Moreno. Salta, lá no norte, mostra uma Argentina andina, de montanhas coloridas, desertos de sal e arquitetura colonial.

Combina com casais, famílias com crianças que sonham em ver neve, grupos de amigos que gostam de comer e beber bem e também com quem viaja pela primeira vez para fora do Brasil: não precisa de passaporte, o idioma é fácil de entender e o fuso é o mesmo de Brasília.

O que fazer

Buenos Aires: centro, Casa Rosada e Teatro Colón

O centro concentra os símbolos do país. A Casa Rosada, sede do governo, fica de frente para a Plaza de Mayo, marcada pelas mães de desaparecidos da ditadura. A poucos quarteirões estão o Obelisco, no cruzamento das avenidas 9 de Julio e Corrientes, e o Teatro Colón, de 1908, uma das grandes casas de ópera do mundo, que tem visita guiada.

Buenos Aires: La Boca e Caminito

O Caminito é um trecho curto de rua com antigos cortiços de zinco pintados em cores fortes, feirinha de arte e artistas de rua. No mesmo bairro ficam a Fundación Proa, com exposições e um café no último andar, e a Bombonera, estádio do Boca Juniors, que tem museu e visita guiada.

Buenos Aires: San Telmo

Bairro de antiquários, brechós e cafés com cara de outros tempos. Aos domingos, as ruas em volta da Plaza Dorrego viram uma grande feira de artesanato e antiguidades. Procure o banco com a estátua da Mafalda e entre no Mercado de San Telmo, que funciona desde o fim do século 19.

Buenos Aires: Recoleta

Região de casarões elegantes, cafés e do famoso cemitério onde está o túmulo de Eva Perón. Nos fins de semana tem feira de artesanato na Plaza Francia. Perto dali ficam a escultura Floralis Genérica, uma flor metálica gigante, e a livraria El Ateneo Grand Splendid, instalada em um antigo teatro.

Buenos Aires: Palermo e Puerto Madero

Palermo é o maior bairro da cidade. Palermo Soho e Palermo Hollywood reúnem restaurantes, bares e lojinhas, enquanto os Bosques de Palermo guardam o roseiral e o Jardim Japonês; o museu Malba, de arte latino-americana, exibe o Abaporu de Tarsila do Amaral. Já Puerto Madero é a antiga zona portuária revitalizada, boa para caminhar no fim da tarde e ver a Puente de la Mujer.

Mendoza: vinícolas de Maipú, Luján de Cuyo e Valle de Uco

São mais de mil vinícolas nos arredores, cerca de cem abertas a visitantes. Maipú, pertinho da cidade, guarda casas históricas como a Trapiche; Luján de Cuyo é a terra dos grandes malbecs e de nomes como Catena Zapata; o Valle de Uco, a uns 100 km, tem vinícolas modernas ao pé dos Andes. As visitas incluem passeio pelos vinhedos, adega, degustação e, muitas vezes, almoço harmonizado.

Mendoza: a cidade e o Parque San Martín

Mendoza fica em região desértica, mas é toda arborizada graças a canais de irrigação que trazem a água do degelo dos Andes. Vale caminhar pela Plaza Independencia, ver as ruínas jesuíticas de San Francisco e subir ao Cerro de la Gloria, dentro do enorme Parque General San Martín.

Bariloche: Centro Cívico, Lago Nahuel Huapi e chocolaterias

A cidade nasceu à beira do Nahuel Huapi, um lago enorme de água azul que chega até a fronteira com o Chile. O Centro Cívico, com prédios de pedra e madeira em estilo alpino, é o ponto de partida da Calle Mitre, a rua das lojas e das chocolaterias, como Mamuschka, Rapanui e Abuela Goye. Algumas têm visita guiada e a Rapanui tem até pista de patinação no gelo.

Bariloche: Cerro Catedral e a neve

É o maior centro de esqui da América Latina, com dezenas de quilômetros de pistas, escolas para iniciantes e aluguel de roupa e equipamento na base. A neve costuma aparecer de junho a setembro. No resto do ano, a montanha vira cenário de trilhas, mountain bike e passeios de teleférico.

El Calafate: geleira Perito Moreno

A grande estrela da Patagônia fica dentro do Parque Nacional Los Glaciares, a cerca de 80 km da cidade. A parede de gelo tem 5 km de largura e chega a 60 m de altura, e um circuito de passarelas permite vê-la de vários ângulos. Com sorte, você presencia um bloco se desprendendo e caindo na água com estrondo.

Ushuaia: Canal de Beagle e Terra do Fogo

Conhecida como a cidade do fim do mundo, fica entre as montanhas e o Canal de Beagle. Do porto saem catamarãs que passam pelo farol Les Eclaireurs e por ilhas com lobos-marinhos e aves. Em terra, o Museu Marítimo ocupa o antigo presídio, e o Parque Nacional da Terra do Fogo tem bosques, lagos e o Trem do Fim do Mundo.

Salta: centro colonial e museus

Apelidada de La Linda, tem uma das praças mais bonitas do país, a 9 de Julio, cercada de arcadas e cafés. Em volta dela estão a Catedral, o Cabildo e o Museu de Arqueologia de Alta Montanha, que guarda múmias incas de mais de 500 anos encontradas no alto de um vulcão. A basílica de San Francisco, de fachada cor de terracota, fica a poucos passos.

Passeios e bate-voltas

Tigre ou Colônia do Sacramento (saindo de Buenos Aires)

A cerca de 30 km da capital, Tigre é a base para navegar entre as ilhas do Delta do Paraná, com casas coloridas e muito verde, em um passeio de meio dia. Já Colônia do Sacramento fica no Uruguai, do outro lado do Rio da Prata: a travessia é de barco e o centro histórico de ruas de pedra se faz a pé. É um dia inteiro e precisa levar o documento de viagem.

Alta Montanha e Termas de Cacheuta (saindo de Mendoza)

O principal passeio de Mendoza fora das vinícolas sobe a cordilheira pela Ruta 7, passando pela represa de Potrerillos, pela vila de Uspallata e pela Puente del Inca até o parque do Aconcágua, a montanha mais alta das Américas. É um dia longo e pede agasalho mesmo no verão. Para um dia de descanso, as Termas de Cacheuta, a 45 km da cidade, têm piscinas quentes de frente para as montanhas.

Circuito Chico e Cerro Campanario (Bariloche)

Roteiro clássico de meio dia que contorna o Nahuel Huapi, com paradas em praias de lago, no Puerto Pañuelo e na capela de San Eduardo. A subida de teleférico ao Cerro Campanario é opcional e entrega uma das vistas mais bonitas da região.

Ilha Victoria e Bosque de Arrayanes (Bariloche)

Navegação pelo Nahuel Huapi com parada em um bosque raro de árvores de tronco cor de canela e na Ilha Victoria, de sequoias altas. Funciona o ano inteiro. As taxas do porto e do parque nacional são pagas à parte no embarque.

Cerro Tronador (Bariloche)

Dia inteiro dentro do Parque Nacional Nahuel Huapi até a montanha mais alta da região, na divisa com o Chile, que tem neve o ano todo. O caminho passa pelo Lago Mascardi e pelo Ventisquero Negro, uma geleira de cor escura que parece rocha.

Minitrekking e navegação no Perito Moreno (El Calafate)

Além das passarelas, dá para ver a geleira de barco, bem perto da parede de gelo, ou caminhar sobre ela com grampos nos sapatos, acompanhado de guia. O minitrekking dura cerca de duas horas sobre o gelo e tem restrição de idade e de condição física, então vale consultar antes de fechar. Outra opção de dia inteiro é El Chaltén, a capital argentina das trilhas, a 200 km.

Pinguins na Isla Martillo (Ushuaia)

Entre outubro e abril, colônias de pinguins ocupam a ilha, e os passeios de catamarã esticam a navegação pelo Canal de Beagle até lá. Há também uma versão com caminhada entre os animais, que inclui a visita a uma fazenda histórica. No inverno os pinguins não estão.

Cafayate, Salinas Grandes e Purmamarca (saindo de Salta)

São dois passeios de dia inteiro. Para o sul, a estrada até Cafayate atravessa a Quebrada de las Conchas, de paredões avermelhados, e termina nas vinícolas de altitude, terra do vinho branco torrontés. Para o norte, já na província de Jujuy, ficam o povoado de Purmamarca, com o Cerro de los Siete Colores, e o deserto branco de Salinas Grandes.

Roteiro sugerido

Dias 1 a 4: Buenos Aires

Comece com um giro pelos clássicos: Plaza de Mayo, San Telmo, Caminito, Puerto Madero e Recoleta. Reserve uma noite para um show de tango e outra para uma boa parrilla em Palermo. Use um dia para compras na Calle Florida e nas Galerías Pacífico e outro para um bate-volta a Tigre ou a Colônia do Sacramento.

Dias 5 a 7: Bariloche ou Mendoza

Quem quer neve e lagos voa para Bariloche: Circuito Chico, um dia no Cerro Catedral e uma navegação pelo Nahuel Huapi. Quem prefere vinho vai a Mendoza: um dia de vinícolas em Maipú ou Luján de Cuyo, outro no Valle de Uco e o passeio de Alta Montanha até o Aconcágua.

Dias 8 a 10: El Calafate

Três dias bastam para o essencial: um dia inteiro no Perito Moreno, com passarelas e navegação, outro para o minitrekking sobre o gelo ou para El Chaltén, e uma tarde tranquila pela avenida principal e pela Laguna Nimez, onde aparecem flamingos.

Extensão: Ushuaia

Com mais três dias, desça até a Terra do Fogo. Faça a navegação pelo Canal de Beagle, o parque nacional com o Trem do Fim do Mundo e, conforme a época, a visita aos pinguins (verão) ou um dia de neve no Cerro Castor e passeio de trenó puxado por cães (inverno).

Alternativa: Salta e o norte

Para uma Argentina diferente, troque a Patagônia por quatro dias em Salta. Um dia para a cidade, um para a estrada até Cafayate e um para Purmamarca e Salinas Grandes.

Onde comer e o que provar

Parrilla e os cortes argentinos

A parrilla é a grelha a lenha onde saem as carnes. Peça pelo corte: bife de chorizo (contrafilé), ojo de bife (filé de costela), lomo (filé mignon), asado de tira (costela) ou tapa de cuadril (picanha). Atenção: a parrillada costuma trazer miúdos e embutidos misturados aos cortes.

Empanadas, choripán, medialunas e alfajores

A empanada é o salgado nacional, e a de Salta, com carne, ovo e azeitona, é a mais tradicional. O choripán é o sanduíche de linguiça grelhada com chimichurri. No café, peça medialunas, primas do croissant, e guarde espaço na mala para alfajores e doce de leite.

Don Julio (Buenos Aires)

Em Palermo, é uma das churrascarias mais disputadas da cidade, com carnes de primeira, provoleta, empanadas e uma adega enorme. Reserve com bastante antecedência.

Jantar com show de tango (Buenos Aires)

Casas como Señor Tango, Madero Tango e Café de los Angelitos combinam jantar e espetáculo com orquestra ao vivo. Cada uma tem um estilo, do mais grandioso ao mais nostálgico. A Esquina Homero Manzi é outra opção tradicional.

Azafrán e os almoços nas vinícolas (Mendoza)

No centro de Mendoza, o Azafrán serve menus em etapas com pratos criativos e ótima carta de vinhos. Mas a experiência mais marcante costuma ser almoçar dentro de uma vinícola, com menu harmonizado e vista para os vinhedos.

Cordeiro patagônico, truta e fondue (Bariloche e El Calafate)

Na Patagônia, o cordeiro assa por horas no fogo de chão. Em Bariloche, o Familia Weiss é um clássico para truta e cordeiro, o El Boliche de Alberto é referência em carnes e o La Marmite serve fondue. Em El Calafate, o La Tablita faz o cordeiro na parrilla desde os anos 1960.

Centolla em Ushuaia

O caranguejo gigante das águas geladas é a especialidade local, ao lado de merluza negra e mexilhões. O Kaupé é a escolha para um jantar especial com vista; o La Cantina Fueguina de Freddy é mais descontraído.

Cozinha do norte em Salta

Aqui a mesa muda: empanadas salteñas, tamales de milho, guisados de lentilha e até carne de lhama. O Doña Salta, perto da praça, é boa porta de entrada. Para ouvir música folclórica enquanto janta, procure uma peña, como La Casona del Molino.

Onde ficar

Buenos Aires: Centro e Retiro

Para quem vai pela primeira vez e quer fazer muita coisa a pé, perto da Calle Florida, do Obelisco e do Teatro Colón. É onde há mais opções econômicas.

Buenos Aires: Recoleta, Palermo e Puerto Madero

Recoleta é elegante e tranquila, boa para casais. Palermo agrada quem quer sair à noite sem depender de táxi. Puerto Madero tem hotéis mais novos e é a região mais sossegada para caminhar à beira d'água.

Mendoza: centro ou entre os vinhedos

Ficar perto da Plaza Independencia facilita os jantares e a saída para os passeios. Quem quer uma viagem romântica pode escolher uma hospedagem dentro das regiões vinícolas, como Luján de Cuyo ou o Valle de Uco, sabendo que vai depender de transporte.

Bariloche: centro ou Avenida Bustillo

No centro, perto da Calle Mitre e do Centro Cívico, você resolve restaurantes e compras a pé. Ao longo da Avenida Bustillo, à beira do lago, ficam os hotéis com vista e mais clima de montanha, mas é preciso transporte para tudo.

El Calafate, Ushuaia e Salta

Em El Calafate, procure ficar perto da Avenida del Libertador, onde está o movimento. Em Ushuaia, o centro em torno da Avenida San Martín é prático, e os hotéis no alto da encosta compensam a distância com a vista do canal. Em Salta, fique nos arredores da Plaza 9 de Julio.

A escolha do hotel depende das datas e do seu perfil: a nossa equipe indica as melhores opções em cada região.

Bom saber

Documentos

Brasileiro entra só com o RG original, em bom estado e emitido há menos de dez anos, ou com passaporte válido. A CNH não é aceita. Não é preciso visto para turismo. Menores viajando sem um dos pais precisam de autorização.

Moeda

Peso argentino. O câmbio muda muito, então costuma compensar levar reais ou dólares em espécie para trocar lá e ter um cartão como reserva. Converse com a agência perto da data da viagem para saber o que está valendo mais a pena.

Idioma

Espanhol. Em áreas turísticas é comum encontrar quem entenda português, e muitos passeios têm guia que fala a nossa língua.

Fuso

O mesmo horário de Brasília, o ano todo.

Tomada e voltagem

220 V. A tomada tem três pinos chatos, dois deles inclinados, diferente da brasileira. Leve um adaptador universal.

Seguro-viagem

Não é obrigatório, mas é altamente recomendado, ainda mais em viagens com neve, trilhas e esportes de inverno.

Como circular

Buenos Aires tem metrô, ônibus, táxi e carros de aplicativo. Nas outras cidades, o centro se faz a pé e as atrações ficam fora, por isso os passeios organizados ou o carro alugado fazem diferença.

Dicas de quem entende

  • A carteira de motorista não vale como documento para entrar na Argentina. Leve o RG em bom estado, emitido há menos de dez anos, ou o passaporte.
  • Em Mendoza, quase todo passeio tem degustação. Prefira tours com transporte em vez de alugar carro e não marque mais de três vinícolas no mesmo dia.
  • As vinícolas mais procuradas e restaurantes concorridos de Buenos Aires lotam. Vale reservar com antecedência, principalmente em feriados brasileiros.
  • Na Patagônia, vista-se em camadas: segunda pele, fleece e um casaco corta-vento impermeável. O vento é forte mesmo no verão. Roupa e equipamento de neve podem ser alugados em Bariloche e Ushuaia.
  • No inverno patagônico, as estradas podem ter gelo e exigir veículo apropriado. Nessa época é mais seguro fazer os passeios com transporte incluído. Nos meses quentes, alugar carro dá liberdade para explorar.
  • Os passeios de neve dependem do clima. Deixe os mais importantes para os primeiros dias, assim sobra margem para remarcar.
  • Em Salta, vários passeios passam dos 3 mil ou 4 mil metros de altitude. Vá devagar, beba água e evite refeições pesadas na véspera.
  • Nos restaurantes, a gorjeta não vem na conta. O costume é deixar cerca de 10%.
  • Os argentinos jantam tarde. Muitos restaurantes só enchem depois das nove da noite, e as baladas começam depois da meia-noite.
  • Para compras em Buenos Aires: couro na Calle Murillo, em Villa Crespo, e doce de leite, alfajores e vinhos em San Telmo.

Veja também

Todos os guias →